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Incisiva Urgência de Atenção Civil


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A Ponderação e a Falta Imponderável da Reflexão.
A certeza da Ciência (a)
A certeza da Fé (b)
A certeza da Religião (c)

Alguém olha um cenário ... vasto, arenoso, um sol rachando ... E nele, inerte, como que meio socado entre a areia tórrida uma forma cúbica ...

A Ciência diz: “Não é um peixe”
A Fé diz: “Não é um peixe vivo” (porque como intuição pode duvidar, inferir sem se ater a restrições)
A religião diz: “É um peixe e está nadando”

Esse “tremendo” poder que “capacita” os religiosos a fazer qualquer coisa, nos faz não comportar como colocá-los próximos a berçários, infantes, e a idosos, porque estes são frágeis demais para suportar e ficarem sozinhos ante tão tamanha grandeza que esses fiéis “crentes” têm, e no que ditam seus dirigentes, ministros, e mandantes.

Vamos considerar definitivamente:
Se você é um ser humano com um pingo de pensamento próprio, reflita (se ainda consegue, no meio de tudo em que estamos):
Considere que a figura que descendemos de um homem e uma mulher é de fato isso; somos mesmo filhos de homem e mulher. Ponto.
Considere que imaginariamente nos sentimos atirados para as estrelas; e de fato é isso, porque dos mesmos nutrientes estelares somos feitos. Ponto.
Considere que vimos a Terra, ao olharmos em redor, que estávamos num lugar maravilhoso de viver. De fato em algum momento sentimos isso.
Considere que pressentimos que nos acompanhava como que muita sorte entre tantas formas de vida que víamos. De fato nos confortávamos, e nos confortamos mesmo com isso.
Nós e a Terra, e a Terra e nós; e expandido e estirando-se um Universo esplêndido configurado com muitas estrelas.
Só podíamos mesmo pensar. Gostamos muito de nós mesmos. E nessa nossa admiração por tudo, a vaidade nos adornou singelamente.
E pensamos sinceramente: “Somos filhos dessa maravilha toda”; “E nesse pequeno ponto, tão lindo que estamos, sentimos como uma casa muito especial pra nós, que representa toda a nossa sorte; pois nela vivemos, dela gostamos, nela nos preservamos, e gozamos nossos sonhos”.
Muito bem, de certa feita, consideremos o quanto queríamos pular, correr, usufruir, trocar o que produzíamos.
Daí, em algum instante, um desvirtuamento de nossa psiquê inventou a mais sórdida imaginação: de que devíamos sem mais nem por que, entregar a uns “favorecidos”o imposto de: para termos de olhar com gosto para o Infinito, termos que nos carimbarmos como dependentes de uns “intermediários”, para expressarmos nosso sentimento; e teríamos que nos selarmos, fincando nossos pés e vidas, em arremedos ínfimos que imitam a grandiosidade da nossa Terra; e aceitarmos que outros como nós deviam se regalar às nossas custas, só para terem que nos dar “acesso”para extasiarmo-nos com o Infinito, como se não pudéssemos vislumbrar o Horizonte esfuziante de nossos sonhos, em nosso viver.
Isto é muito sério, e muito triste. Porque teremos que nos livrar disso. Para sobrevivermos como civilização precisaremos nos cuidar do prejuízo que nos trouxe isto. Porque hoje nossa mais infeliz invencionice está disposta a tudo para não deixar de cuspir quando quer na nossa cara, e pisar-nos como quer embaixo de seus pés, como se fôssemos trastes sujos que só servimos para lhes dar fartos e sobejados tantos de nosso esforçado viver.

Haddammann Veron Sinn-Klyss

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